Jurados

Ana Bottosso

Sobre o Jurado (a)

Graduada em Ciências Sociais pela PUC/SP, sua formação em dança se consolidou pelo Curso de Habilitação Plena para Bailarinos no Conservatório Musical Maestro Julião, em Presidente Prudente, e pelo Teacher Certificate da Royal Academy of Dance, com Ilara Lopes em São Paulo — alicerces que conferem rigor técnico e profundidade pedagógica ao seu trabalho.

No Brasil, desenvolveu sua arte ao lado de nomes fundamentais da dança nacional, como Ismael Guiser, Yoko Okada, Ilara Lopes, Maestro Ricardo Ordonez, Luiz Arrieta, Ivonice Satie, Jorge Peña e Henrique Rodovalho, entre outros. Sua formação internacional foi aprofundada com mestres como Raymond Franchetti (França), Andrzej Zieminski (Bélgica), Josella Ascha e Rita Langfeld (Alemanha) e Joseph Twmin (Israel), além de estudos no Alvin Ailey American Dance Center, em Nova York, com Denise Jefferson, Milton Myers e Jolea Maffei.

Como coreógrafa, conquistou reconhecimento de alto nível ao ser premiada pelo APCA e pelo Prêmio Governador do Estado de São Paulo com a coreografia EU por detrás de MIM — obra que evidencia sua capacidade de transformar experiência interior em linguagem cênica. Recebeu ainda o Prêmio APCA por edição e captação de imagem no espetáculo não presencial SCinestesia, revelando sua adaptação criativa aos novos formatos da cena contemporânea.

Fora dos palcos, Ana exerce papel igualmente transformador como gestora cultural. Idealizou e coordena projetos socioculturais como ABCDança, Pés na Estrada, Cirandança, Movimento das Alamedas e Bailando em Cirandas — iniciativas que levam a dança para além dos teatros e a inserem como ferramenta de transformação social. Sua contribuição a esses projetos rendeu ainda indicações ao Prêmio APCA pelo evento ABCDança, pelo vídeo dança #ParanoiaConfinado e pelo espetáculo Tekoha – que seja verde, desenvolvido junto ao projeto artístico social em Diadema.

Jurada em festivais de expressão nacional — entre eles Joinville, Bravos Brasil e Dança Brasil —, Ana Bottosso é uma artista que une técnica, sensibilidade e compromisso com a dança em todas as suas dimensões.

Áurea Ferreira

Sobre o Jurado (a)

Áurea Ferreira é uma artista de trajetória singular no universo da dança brasileira. Formada pela Escola Municipal de Bailados — atual EDASP —, construiu uma carreira marcada pela excelência técnica, pela diversidade de experiências e por um profundo compromisso com a transmissão da arte do movimento.

Como bailarina, integrou companhias de referência nacional, entre elas o Balé da Cidade de São Paulo e o Ballet Stagium, trabalhando sob a direção de nomes fundamentais da dança contemporânea brasileira, como Marika Gidali, Décio Otero e Klauss Vianna. Sua carreira ganhou dimensão internacional ao atuar no Musik Theater in Rivier Gelsenkirche, na Alemanha, além de participar de turnês pelo mundo — passando por Cuba, Suíça, América Central, México, França e Taipei, entre outros destinos.

Na área da docência e direção artística, Áurea acumula uma vasta experiência como professora e ensaiadora em importantes escolas e projetos de dança, incluindo Ballet Stagium, EDASP, Pulsarte e Studio 3. Atuou ainda como assistente de coreografia ao lado de Ana Maria Stekelman e em produções de grande visibilidade, como o filme Castelo Ra-Tim-Bum e a Cia Victor Navarro, de Barcelona.

Com uma carreira que atravessa palcos, salas de aula e produções artísticas das mais diversas, Áurea Ferreira representa uma voz essencial na dança brasileira — artista, educadora e referência para as novas gerações.

Caike Dantas

Sobre o Jurado (a)

Com mais de 15 anos de carreira nas danças urbanas, Caike Dantas é uma das referências brasileiras em movimento, coreografia e direção artística. Iniciou sua trajetória em 2008 e construiu um percurso marcado por palcos internacionais, grandes festivais e parcerias com alguns dos maiores nomes da música brasileira.

Representou o Brasil no World Hip Hop Dance Championship em San Diego, Las Vegas e Phoenix, integrando o grupo Cybernetikos Soul Street’s — com quem também conquistou espaço na televisão, vencendo quadros no SBT e participando de programas de grande audiência. Sua formação é contínua e plural, alimentada por workshops nacionais e internacionais ao longo de toda a carreira.

Nos palcos e bastidores, assinou coreografias e direções de movimento para artistas como Ivete Sangalo, Ludmilla, Pabllo Vittar, Wanessa Camargo, Zezé de Camargo e Alok, e esteve presente em eventos de escala mundial como Rock in Rio, Lollapalooza, The Town e FESPOP. Sua atuação se estende ainda à publicidade, clipes e produções audiovisuais.

Especialista em House Dance, fundou o projeto House Dantas, pelo qual ministra aulas e workshops em todo o Brasil — levando sua visão da dança urbana a novas gerações de dançarinos. Premiado em campeonatos nacionais, batalhas e programas de televisão, Caike segue como competidor, jurado, professor e referência em movimento no cenário das danças urbanas brasileiras.

Carol Marrul

Sobre o Jurado (a)

Artista do movimento com formação sólida e trajetória singular, Carol Marrul é graduada em Dança e Movimento e pós-graduada em Psicologia do Esporte. Sua base técnica foi construída no Ballet Clássico — com aprofundamento nas Metodologias Cubana e Royal — e ampliada pelas potências expressivas do Jazz e da Dança Contemporânea.

Como bailarina da renomada Raça Cia de Dança, encontrou no palco o terreno onde sua sensibilidade se transformou em linguagem. Esse percurso a levou à direção artística do Laboratório Anacã, onde criou e coreografou o espetáculo Brasilidades — obra que revelou ao público sua assinatura artística e seu olhar poético sobre o corpo que dança.

À frente da Cia Tribo de Dança, assinou montagens e processos criativos que consolidaram sua voz no cenário nacional. Hoje, como professora e pesquisadora, dedica-se a investigar os territórios do Jazz e da Dança Contemporânea, explorando com rigor e curiosidade as fronteiras, tensões e diálogos entre essas duas linguagens.

Além da cena, Carol atua como Gerente de Produto, Conteúdo e Relações Artísticas da Evidence Ballet, unindo técnica, criatividade e estratégia na construção de experiências transformadoras para bailarinos de todo o Brasil. Também integra o corpo docente da Ecco Centro de Artes e da São Paulo Escola de Dança.

Dudu Martinz

Sobre o Jurado (a)

Iniciou seus estudos em tap dance em 1998 no Ballet Quartier Latin, em Santo André, SP. Desde 2005 atua também como professor e coreógrafo, lecionando em importantes escolas de dança e teatro musical como Studio Giselle (São Caetano do Sul), Ballet Paula Castro, Company Dance Center, TeenBroadway e Escola Wolf Maya (São Paulo), Fundação Lia Maria Aguiar (Campos do Jordão), PEC Studio (Sorocaba), entre outras. Em 2019, teve a oportunidade de dar aula no Basement Studio, em Paris, para sapateadores locais. Atualmente é professor da Casa de Artes Operária e Anacã Estúdio de Dança, em São Paulo, e coordenador, professor e coreógrafo do núcleo de sapateado da Cia Estável Promodança, em Presidente Prudente, desde 2024.

É diretor, professor, coreógrafo e sapateador do Grupo TAPZ, conhecido pelas apresentações a céu aberto na Avenida Paulista e pelo espetáculo Tap Beatles, além de criador e diretor do Festival SampaTapz, em comemoração ao Dia Internacional do Sapateado em SP.

Entre seus destaques competitivos e convites especiais, é vencedor do Cutting Contest do Paris Tap Festival (2019) e do Desafio Tap in Rio (2018), conquistou o 3º lugar como sapateador solista no Festival de Joinville (2018) e foi convidado a se apresentar na Noite de Convidados do Festival Copasetic (2020 e 2022), na Primeira Noite de Gala Online Tap in Rio (2021) e na Noite de Gala do Brazil International Tap Festival (2015 a 2017). Também foi professor em festivais como Copasetic SP (2022), Senda TAP em Porto Alegre (2022), Tap in Rio (2020 e 2022), Sapateia Recife (2019) e Festival Copasetic no Rio de Janeiro (2018).

Na televisão, participou como sapateador dos programas Domingão do Faustão, Programa do Jô e Lazinho com Você (Rede Globo), Programa Silvio Santos (SBT), Hora do Faro (Rede Record) e Santa Receita (TV Aparecida), além de integrar como bailarino o show Criança Esperança da Rede Globo por três anos.

No teatro musical, participou de O Musical dos Musicais (Wolf Maya), RockShow (Hudson Glauber, com supervisão de Wolf Maya), Crazy for You (direção de José Possi Netto, ao lado de Cláudia Raia e Jarbas Homem de Mello), Cantando na Chuva (Atelier de Cultura, no ensemble e como cover de Cosmo Brown) e, mais recentemente, Aladim e a Lâmpada Mágica (Dos Clássicos Produções), como sapateador solista. Assina ainda a coreografia do musical A Princesinha, da Fundação Lia Maria Aguiar, de Campos do Jordão.

Fellipe Camarrotto

Sobre o Jurado (a)

Formado pela primeira turma da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, teve a distinção de se apresentar e estagiar no lendário Teatro Bolshoi — experiência que marcou sua formação e definiu os alicerces de sua carreira. Integrou ainda a turma inaugural da Cia. Jovem Bolshoi, sendo parte do grupo que abriu caminho para toda uma geração de bailarinos brasileiros.

Sua trajetória como intérprete profissional o levou a companhias de prestígio internacional: o Les Grands Ballets Canadiens de Montréal e a São Paulo Companhia de Dança. Ao longo desse percurso, pisou em palcos no Brasil, Uruguai, Itália, Hungria, Canadá e Estados Unidos, consolidando uma presença artística de alcance verdadeiramente global.

Da cena para a sala de aula, Fellipe canalizou sua experiência para a construção de um projeto pedagógico próprio: o curso “Ballet Clássico Baseado na Técnica Russa”, hoje reconhecido como referência nacional para formação de professores. Sua atuação como docente, coach e jurado em festivais no Brasil e na Argentina reflete o impacto dessa contribuição no cenário da dança.

Foi professor e assistente artístico da Escola de Dança de São Paulo, vinculada à Fundação Theatro Municipal, e atualmente ocupa o cargo de Coordenador Pedagógico do Núcleo de Dança de Barueri — posição em que alia visão artística e competência educacional na formação de novos bailarinos.

Flavio Lima

Sobre o Jurado (a)

Formado em balé clássico com especialização no Ballet Nacional de Cuba, em Havana (1992), ampliou sua formação com estudos em dança contemporânea na London Contemporary Dance School, na Inglaterra, entre 2008 e 2010 — consolidando um repertório técnico que transita com autoridade entre o clássico e o contemporâneo.

Entre 1993 e 2007, integrou o elenco do Balé da Cidade de São Paulo, onde atuou como solista nas principais produções da companhia, firmando-se como um dos intérpretes de referência de sua geração. Após essa etapa, voltou seu olhar para a transmissão do conhecimento, tornando-se uma voz fundamental no cenário do ensino da dança em São Paulo.

De 2013 a 2021, foi professor de dança contemporânea na Escola de Dança do Teatro Municipal de São Paulo. Paralelamente, atuou como orientador no Programa Vocacional Dança da Secretaria Municipal de Cultura e no Programa de Qualificação em Dança do Instituto de Apoio à Cultura (POISES), além de ministrar aulas de técnica contemporânea em cursos de Graduação em Dança, Expressão Corporal e Licenciatura em Música.

Desde 2021, ocupa o cargo de Coordenador dos Cursos Regulares da São Paulo Escola de Dança — instituição vinculada à Secretaria da Cultura, Economia e Indústrias Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela Associação Pró Dança, com direção artística e educacional de Inês Bogéa.

No campo acadêmico, é Mestre e doutorando em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aprofundando sua pesquisa sobre as linguagens do movimento e as práticas pedagógicas em dança.

Márcio Rongetti

Sobre o Jurado (a)

Pioneiro e referência absoluta no ballet clássico brasileiro, Márcio Rongetti é o primeiro bailarino homem no Brasil a ser diplomado pela Royal Academy of Dance — distinção que traduz a seriedade e o alcance de uma carreira construída nos palcos e salas de aula mais exigentes do mundo.

Ao longo de 13 anos na Europa, atuou em produções de ópera em diferentes países, acumulando uma experiência internacional que moldou sua visão artística e pedagógica. De volta ao Brasil, tornou-se presença fundamental nos bastidores de grandes musicais, sendo responsável pelo aperfeiçoamento técnico de bailarinos em produções de Cláudia Raia como De Pernas pro Ar, Sweet Charity, Raia 30, Cantando na Chuva e Tarsila Brasileira.

Sua atuação como maitre abrange a Cia de Dança de Diadema, o Projeto Balé Paraisópolis e o Espaço 10×21. Como professor, integra o corpo docente da São Paulo Cia de Dança e da Escola TeenBroadway, além de ser professor convidado da Ballo Escola de Dança e conduzir oficinas de aperfeiçoamento no Célia Helena Centro de Artes e Educação.

Sua excelência técnica o levou também às telas: foi jurado do quadro Dança dos Famosos, no Programa do Faustão, na Rede Globo. No âmbito privado, ministra aulas particulares para personalidades como Claudia Raia, Jarbas Homem de Mello, Fernanda Lima, Carolina Ferraz e Marisa Orth.

Em maio de 2026, recebeu homenagem da Câmara dos Vereadores de São Paulo pelo seu trabalho na dança e, em especial, pelo desenvolvimento do Ballet Clássico no país — reconhecimento institucional de uma contribuição que já se inscreve na história da dança brasileira. Participa ainda como jurado em importantes festivais nacionais, estando à frente da equipe de jurados do FIDIFEST desde a sua 1ª edição.

Marina Ricci

Sobre o Jurado (a)

Segunda Bailarina Brasileira Bolsista na Escola do Ballet Bolshoi em Moscou, Marina Ricci foi considerada Bailarina Revelação do Estado de São Paulo, acumulando premiações no cenário nacional e internacional ao longo de sua trajetória artística. Foi selecionada para os mais prestigiados festivais internacionais, entre eles o Ballet Bolshoi em Moscou, Varna na Bulgária e Jackson Mississippi, nos EUA, além dos mais importantes do cenário brasileiro.

Como professora e coreógrafa, participou de festivais internacionais como o YAGP em Nova York e o Tanzolimp em Berlim, além dos principais festivais brasileiros — CBDD, Joinville, Passo de Arte, Pridansp e Festival Internacional de Goiás —, recebendo premiações relevantes em cada um deles. Em 2025, levou seu grupo até a final do VKIBC em Nova York, conquistando o 3º lugar no solo neoclássico masculino júnior. Em fevereiro de 2026, chegou à final do Prix de Lausanne — considerado o melhor festival do mundo —, com seu aluno Pedro Napoleão, um dos apenas 5 brasileiros selecionados entre 83 candidatos de todo o mundo.

Diretora da Escola e Companhia Educativo no Ballet, em São Paulo, é a criadora do Método Educativo no Ballet — abordagem pedagógica baseada na Técnica Vaganova, adaptada ao sistema educacional brasileiro. Com mais de 25 anos de atividade, o método já formou centenas de bailarinos e professores que hoje integram o cenário da dança profissional no Brasil e no mundo, contando atualmente com mais de 500 alunos. Em 2024, foi homenageada pela Câmara Municipal de São Paulo pelos serviços prestados em prol do Ballet Clássico em sua cidade. Por meio das redes sociais, dedica-se a elevar o ballet clássico e a dança como instrumentos de educação e formação humana — uma escolha de vida há mais de 40 anos.

Miriam Druwe

Sobre o Jurado (a)

Graduada em Artes Visuais pela Faculdade Paulista de Artes, Miriam Druwe é diretora, coreógrafa e intérprete/criadora com formação clássica e moderna. Pesquisa e ministra aulas de dança contemporânea para bailarinos profissionais e em formação, e é idealizadora do Projeto de Capacitação para Educadores “Recursos e percursos do processo criativo, um olhar artístico sobre o pedagógico.”

Participou das principais companhias profissionais de dança de São Paulo: Balé da Cidade de SP, Cisne Negro Cia de Dança, República da Dança, Terceira Dança e Companhias Independentes.

Desde 1996, dirige a Cia Druw, onde desenvolveu linguagem própria na criação de espetáculos inspirados em pintores como Kandinsky, Tarsila do Amaral, Van Gogh, Portinari, Di Cavalcanti, Miró, Salvador Dalí e Magritte.


Prêmios e Reconhecimentos

Prêmio APCA 1993 como melhor bailarina. Indicação APCA 2019 (intérprete) e indicação APCA 2022 pela coreografia e espetáculo inédito “Di” para a São Paulo Companhia de Dança (SPCD).

Ao longo de sua trajetória, foi contemplada com editais e prêmios de fomento à cultura, entre eles: Prêmio Estímulo à Dança – Secretaria da Cultura (2003); Prêmio Estímulo Braços e Pernas pela Cidade – Centro Cultural SP; 3º Edital de Fomento à Dança (2007) com o projeto Lúdico; PAC 2008 – Corpoético; 6º Edital de Fomento à Dança com o projeto Vila Tarsila (2009); Edital Caixa Econômica Federal (2009/2010) – espetáculo Lúdico; ProAC ICM (Gerdau) – Lúdico e Vila Tarsila; 9º Edital de Fomento à Dança (SP) com o projeto Girassóis; Edital Correios (2010) – Mostra de Repertório Cia Druw; ProAC ICM – espetáculo Girassóis (2012, Duratex); Lei Rouanet – Mostra de Repertórios (2012, Volvo); Circulação Nacional com Vila Tarsila pelo Projeto Palco Giratório – Sesc (2012); 14º Fomento à Dança (2013) – manutenção e pesquisa Sinestesia da Cor no Movimento; Edital Caixa Econômica – Circulação (2014); Com Posição – Pinacoteca do Estado; 17º Prêmio Fomento à Dança (2014) – Poetas da Cor; Viagem Teatral Sesi – Lúdico (2016) e Poetas da Cor (2017); 23º Prêmio Fomento à Dança (2018) – Dalí, daqui ou de lá?; 27º Prêmio Fomento à Dança (2019) – Por ti Portinari; e, em 2025, o Prêmio Fomento à Dança com o projeto Lúdico.

Pedro Flôr

Sobre o Jurado (a)

Iniciou seus estudos em 2016, em Florianópolis, Santa Catarina, e rapidamente se destacou ao integrar grupos de competição em festivais pelo Sul do Brasil — experiência que moldou sua disciplina técnica e seu instinto cênico desde cedo.

Sua chegada ao cenário profissional ganhou escala ao ser selecionado para integrar o ballet da artista Wanessa Camargo, onde atuou por três anos em shows, videoclipes e programas de televisão. Essa vivência o posicionou nos bastidores e nos palcos da indústria do entretenimento, ampliando sua visibilidade e seu repertório como intérprete.

Em paralelo, consolidou seu nome como professor de Jazz Funk nos principais estúdios de São Paulo, levando para a sala de aula a energia e a precisão que marcam sua dança. Sua versatilidade o levou ainda a atuar como Assistente Coreográfico em um evento corporativo da Petrobras realizado no Marrocos — experiência que evidencia sua capacidade de criar e adaptar linguagens em contextos internacionais — e como dançarino no Tomorrowland Brasil, um dos maiores festivais de música eletrônica do mundo.

Atualmente, Pedro segue expandindo suas fronteiras ao trabalhar em cruzeiros internacionais, levando sua arte pelos palcos do mundo.

Vania Rosa

Sobre o Jurado (a)

Vânia Rosa é uma referência no universo do Jazz Dance e suas vertentes, com sólida atuação também no Ballet Clássico nos segmentos infantil, juvenil e adulto. Sua trajetória é marcada pela pesquisa artística, formação contínua e forte impacto pedagógico, consolidando uma carreira que une técnica, criatividade e compromisso com a dança brasileira.

Seu talento foi reconhecido em importantes festivais do país: premiada como Melhor Coreógrafa no Festival Valinhos em Dança com a obra Lágrimas e Sorrisos, também conquistou o 3º lugar por dois anos consecutivos como bailarina no Festival de Dança de Joinville — o maior festival de dança do mundo — com o grupo 40+, destacando-se pela maturidade cênica e excelência técnica. Nesse mesmo festival, atuou como influencer oficial por dois anos consecutivos, produzindo conteúdo artístico e institucional sobre o evento.

Sua formação é ampla e plural, construída ao lado de mestres nacionais e internacionais como Josh Bergasse, Erika Novachi, Eddy Wilson, Zeca Rodrigues e Edson Santos, além de uma imersão no curso de História do Jazz Dance com a pesquisadora Marcela Benvegnu.

Como coreógrafa e bailarina, colaborou com a dupla Vitor e Vitória no espetáculo Um Lindo Caminho, apresentado em diversas cidades do Brasil, e atuou como professora na Prefeitura de Limeira/SP, levando a dança a crianças em situação de vulnerabilidade social.

Idealizadora do projeto Indança — voltado ao aperfeiçoamento de bailarinos do interior paulista — e do 1º Encontro de Jazz do Interior, Vânia também atua como diretora da Dance Criative. Atualmente dedica-se exclusivamente à cidade de Americana/SP, como professora, coreógrafa e diretora artística.

Zeca Rodrigues

Sobre o Jurado (a)

Com uma trajetória construída ao longo de mais de três décadas, Zeca Rodrigues é um dos nomes mais expressivos do Jazz Dance no Brasil. Formado em Artes Cênicas pela UNIMES, iniciou seus estudos em Jazz e Clássico em 1988, no Ballet Valderez, em Santos/SP — ponto de partida de uma carreira marcada por rigor técnico, conquistas e reconhecimento nacional e internacional.

Aprofundou sua formação com referências fundamentais da dança brasileira, Roseli Rodrigues e Edson Santos, no Raça Centro de Artes, em São Paulo. Em busca de excelência, cruzou fronteiras: em 2015 e 2017, especializou-se em Jazz e Teatro Musical em duas das instituições mais renomadas do mundo — o Broadway Dance Center e a Steps, ambas em Nova Iorque.

Sua expressão artística se traduz também em conquistas: é Pentacampeão do Festival de Dança de Joinville e oito vezes campeão do Passo de Arte Internacional, consolidando-se como um dos coreógrafos e intérpretes mais premiados de sua geração.

Atualmente, dedica-se à formação de novos artistas ministrando cursos de Jazz Dance em todo o Brasil, além de atuar como jurado em festivais nacionais e internacionais — levando sua experiência de palco e sala de aula a quem trilha os primeiros passos nessa linguagem que escolheu como sua.

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